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14 de agosto de 2013

Atos dos Apostolos - Teologia 06.05 - A Descida do Espírito Santo (1:12-2.13)

Atos dos Apostolos - Teologia 06.05


i. A Igreja em Jerusalém 

3. A Descida do Espírito Santo (1:12-2.13)

O rei Davi planejou a edificação do templo e reuniu os materiais necessários. 
Mas foi Salomão, seu sucessor, quem o erigiu (1 Cr 29: 1,2). Jesus igualmente planejou a Igreja durante seu ministério terreno (Mt 16:18; 18:17). Preparou os materiais humanos, porém deixou ao seu sucessor e representante, o Espírito Santo, o trabalho de erigi-la. 
Foi no dia de Pentecoste que esse templo espiritual foi construído e cheio da glória do Senhor (cf. Êx 40:34,35; 1 Rs 8:10,11; Ef 2:20). O dia de Pentecoste era a inauguração da Igreja, e o cenáculo, o local dessa comemoração.

a) O Dia de Pentecostes

"E, cumprindo-se o dia de Pentecostes…" O nome "Pentecoste" (derivado da palavra grega "cinqüenta") era dado a uma festa religiosa do Antigo Testamento. 
A festa era assim denominada por ser realizada 50 dias após a Páscoa (ver Lv 23:15-21). Observe sua posição no calendário das festas. 
Em primeiro lugar festejava-se a Páscoa. Nela se comemorava a libertação de Israel no Egito. 
Celebravam a noite em que o anjo da morte alcançou os primogênitos egípcios, enquanto o povo de Deus comia o cordeiro em casas marcadas com sangue. 
Esta festa tipifica a morte de Cristo, o Cordeiro de Deus, cujo sangue nos protege do juízo divino. 
No sábado, após a noite de Páscoa, os sacerdotes colhiam o molho da cevada, previamente selecionado. 
Eram as primícias da colheita, que deviam ser oferecidas ao Senhor. 
Cumprido isto, o restante da colheita podia ser ceifado. 
A festa tipifica Cristo, "as primícias dos que dormem" (1 Co 15:20). O Senhor foi o primeiro ceifado dos campos da morte para subir ao Pai e nunca mais morrer. 
Sendo as primícias, é a garantia de que todos quantos nele crêem seguí-lo-ão pela ressurreição, entrando na vida eterna.

Quarenta e nove dias eram contados após o oferecimento do molho movido diante do Senhor. E no qüinquagésimo dia – o Pentecoste – eram movidos diante de Deus dos pães. Os primeiros feitos da ceifa de trigo. 
Não se podia preparar e comer nenhum pão antes de oferecer os dois primeiros a Deus. 
Isto mostrava que se aceitava sua soberania sobre O mundo. 
Depois, outros pães podiam ser assados e comidos. 
O significado típico é que os 120 discípulos no cenáculo eram as primícias da igreja cristã, oferecidas diante do Senhor por meio do Espírito santo, 50 dias após a ressurreição de Cristo. 
Era a primeira das inúmeras igrejas estabelecidas durante os últimos 19 séculos.

O Pentecoste foi a evidência da glorificação de Cristo. 
Para Myer Pearlman, a descida do Espírito era como um "telegrama" sobrenatural, informando a chegada de Cristo à mão direita de Deus. 
Também testemunhava que o sacrifício de Cristo fora aceito no Céu. 
Havia chegado a hora de proclamar sua obra consumada. 
O Pentecoste era a habilitação do Espírito no meio da Igreja. 
Após a organização de Israel, no Sinai, o Senhor veio morar no seu meio, sendo sua presença localizada no Tabernáculo. No dia de Pentecoste, o Espírito Santo veio habitar na Igreja, a fim de administrar, dali, os assuntos de Cristo.

b) O Falar em Línguas

Apareceu em seguida a realidade da qual o vento é símbolo: "E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem". O que produz esta manifestação? O impacto do Espírito de Deus sobre a alma humana. 
É tão direto e com tanto poder, que a pessoa fica extasiada, falando de modo sobrenatural. 
Isto pelo fato de a mente ficar totalmente controlada pelo Espírito. 
Para os discípulos, era evidência de estarem completamente controlados pelo poder do Espírito prometido por Cristo. 
Quando a pessoa fala uma língua que nunca aprendeu, pode ter a certeza de que algum poder sobrenatural assumiu o controle sobre ela. 
Alguns argumentaram que a manifestação do falar em línguas limitou-se à época dos apóstolos. 
Aconteceu para ajudá-los a estabelecer o Cristianismo, uma novidade naquela época. Não existe, no entanto, limites à continuidade dessa manifestação no Novo Testamento.

Mesmo no quarto século depois de Cristo, Agostinho, o notável teólogo do Cristianismo, escreveu: "Ainda fazemos como fizeram os apóstolos, quando impuseram as mãos sobre os samaritanos, invocando sobre eles o Espírito mediante a imposição das mãos. Espera-se por parte dos convertidos que falem em novas línguas". Ireneu (115-202 d.C.), notável líder da Igreja, era discípulo de Policarpo, que por sua vez foi discípulo do apóstolo João. 
Ireneu escreveu: "Temos em nossas igrejas muitos irmãos que possuem dons espirituais e que, por meio do Espírito, falam toda sorte de línguas".

A Enciclopédia Britânica declara que a glossalália (o falar em línguas) "ocorreu em reavivamentos cristãos durante todas as eras: por exemplo, entre os frades mendicantes do século XIII, entre os jansenistas e os primeiros quaquers, entre os convertidos de Wesley e Whitefield, entre os protestantes perseguidos de Cevennes, e entre os irvingistas". Podemos multiplicar as referências, demonstrando que o falar em línguas, por meios sobrenaturais, tem ocorrido em toda a história da Igreja. (Nota: O falar em línguas nem sempre é em língua conhecida. Ver 1 Co 14.2).

Veja Tambem:

1.    A comissão dos Apóstolos
2.    A Fundação da Igreja de Jerusalém.
4.    A conversão de Saulo de Tarso.
5.    A Chamada de Paulo


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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