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16 de agosto de 2013

Cristologia - Teologia 09.03 - A Objeção da igreja cristã ao chamado “Jesus Histórico”

Cristologia - Teologia 09.03


2. A Objeção da igreja cristã ao chamado “JESUSHISTÓRICO”

A igreja cristã ri do fascínio dos liberais pela busca do que eles chamam de “Jesus Histórico”. Isso se justifica pelo fato de que o Cristianismo é o que é, através da afirmação de que o homem Jesus de Nazaré, que foi chamado “o Cristo”, é de fato o Cristo, a saber, o Messias, o Ungido.
Toda vez que é sustentada a asserção de que Jesus é o Cristo, ali existe a mensagem cristã; onde quer que essa asserção seja negada, é negada igualmente a mensagem cristã.

            A religião cristã nasceu não quando nasceu o homem chamado “Jesus”, mas sim, no momento que um de seus seguidores foi levado a dizer-lhe: “Tu é o Cristo”. 
E o Cristianismo ficará vivo enquanto existirem pessoas que repitam essa afirmação. 
Isso porque o evento sobre o qual o Cristianismo se baseia apresenta dois lados: o fato que é chamado “Jesus de Nazaré” e a recepção deste fato por aqueles que O receberam como o Cristo. 
Interessante que no momento que os discípulos O aceitam como o Cristo é também o momento que Ele é rejeitado pelos poderes da história. 
Então, Aquele que é o Cristo deve morrer por haver aceito o título de “Cristo.
            Jesus como o Cristo é tanto um fato histórico quanto um objeto de recepção pela fé. 
Não se pode afirmar a verdade sobre o evento no qual se baseia o Cristianismo sem afirmar ambos esses lados. 
Se Jesus não tivesse impactado os seus discípulos com o fato de ser o Cristo, e eles tivessem crido, bem como através deles a todas as gerações posteriores, o homem que é chamado Jesus de Nazaré talvez fosse recordado apenas como uma pessoa histórica e religiosamente importante. 
Mas se ele foi crido e provou de fato ser o Cristo.
            Nesse sentido, quem é o “Jesus Histórico”? Russel Norman Champlin responde tal questionamento em sua obra Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. 
Para ele o Jesus histórico é igualmente o Jesus a quem adoramos e servimos. 
É o Jesus teológico naturalmente, podemos ter algumas noções falsas a cerca d’Ele, mas há tal identificação de pessoa. 
Jesus é uma figura cósmica, dotada de importância universal. 
Não foi meramente um homem bom, um excelente mestre. 
Ele é também o Senhor da Glória, no sentido mais literal possível.
            James Moffatt, em sua obra Jesus Christ The Same assevera:
“Nada é mais provável do que aquele que viveu à face da Terra, por alguns poucos anos, seja o mesmo Cristo, a quem seus seguidores adoram como Senhor; nenhum novo Jesus foi criado por algum movimento sincretista do primeiro século cristão. 
Há certa unidade no ministério insolúvel de sua pessoa, que é, não apenas real, mas também é, a causa real que subjaz às diversas interpretações de sua vida e de sua obra, e as experiências posteriores Igreja subentendem, repetida e continuadamente, que deve haver comunhão com ele, como algo mais profundo que qualquer modificação interna ou externa da fé”.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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