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23 de agosto de 2013

Cura Interior - Teologia 10.37 - As pragas se cumprem:

Cura Interior - Teologia 10.37


As pragas se cumprem:

Por desconhecer o poder das palavras muitos vivem amaldiçoando. Quando usamos os lábios para amaldiçoar estamos chamando a nós o que existe no inferno.

As maldições trazem opressão e possessão demoníacas.
·       Opressão opera de fora para dentro.
·       A possessão de dentro para fora.

( Ex.: a expressão: O diabo que te carregue. )

Nossas palavras semeiam benção e maldição:
·       Sobre nós mesmos.
·       Sobre os outros.

Quando criticamos, difamamos, murmuramos, abrimos brecha para o inimigo. Então ele apresenta planos, projetos e idéias, que provocam situações favoráveis à sua atuação.

Conhecemos bem a história da figueira que Jesus amaldiçoou. Jesus estava com fome e foi procurar fruto nela. E, não encontrando senão folhas, Jesus disse: “Nunca mais coma alguém fruto de ti”. - Marcos 11:14.
E no dia seguinte a figueira estava seca, dos brotos à raiz.

Por que Jesus fez isso ?

Para mostrar aos seus discípulos quão profundo pode ser o alcance da maldição. Também para que soubessem o poder que pode ter as palavras, porque logo em seguida ele acrescenta: verso 23 - “Se alguém disser”... Palavras podem secar uma figueira ou transportar um monte. Portanto é muito temerário amaldiçoar.

Não amaldiçoemos a nós mesmos, com frases tais como:
·       Eu sou um idiota.
·       Eu não presto para nada.
·       Meu destino é sofrer.
·       Eu sou mesmo azarado.
·       Nasci para ser um fracasso.
·       Nunca vou vencer na vida, etc

Tudo isso é dito com uma dose de ira e desprezo por si mesmo. Afirmações desse tipo tem o poder de tornar inútil a vida de qualquer pessoa.

“Amou a maldição: ela o apanhe; não quis a benção, aparte-se dele”. Salmo 109:17.

Outros vivem se depreciando fisicamente. Consideram-se feias, não gostam do seu cabelo, ou nariz, ou da boca; acham-se muito gordas ou muito magras, altas baixas. Não estão satisfeitas consigo mesmas; não aceitam como são, e por isso vivem um verdadeiro drama pessoal.

A parábola das dez minas o servo mau se condenou com suas próprias palavras; sua boca determinou seu julgamento:
“Pois tive medo de ti, que és homem rigoroso; tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste. Respondeu-lhe: Servo mau, por tua boca te condenarei”.   Lucas 19:21-22

Pilatos durante o julgamento de Jesus, ao perceber que em nada conseguiria favorecê-lo, lavou as mãos e disse: “Estou inocente deste Justo, fique o caso convosco.
Todo povo respondeu: Caia sobre nós o seu sangue, e sobre os nossos filhos”. Mateus 27: 24-25.
E foi o que aconteceu com os judeus; guerras, derramamento de sangue, morte e exílio.

Ø  Não chamemos a maldição sobre nós.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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