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4 de maio de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.26 - Cristianismo Histórico Estendeu Suas Fronteiras

História Da Igreja - Teologia 30.26
 
Cristianismo Histórico Estendeu Suas Fronteiras

Já explicamos que o Cristianismo Histórico apresentava um ensino simples sobre a condição do homem sem Deus, e a solução provida na obra salvadora de
Jesus, era essa a única ênfase, nada havia de interpretação especulativa. Como resultado desse ensino simples, humilde e singelo o Cristianismo Histórico estendeu suas fronteiras e chegou a predominar no Império Romano.

Porém, e isto é lamentável, e também um tremendo ensinamento para nossos dias, algumas igrejas começaram a sofrer neste período, depois da morte dos apóstolos, depois do segundo século, a influência de tendências para o sacramentalismo com reuniões cheias de programações, cerimônias e paramentos, dando demasiada importância ao batismo, ao ascetismo, obras externas como atributos de salvação e a perda da visão da Justificação pela Fé. Por exemplo:
A celebração da missa é mais uma encenação que um culto cristão, veja como Martinho Cochêm descreve o cerimonial no livro: Explicação da Missa, página
40 – “O sacerdote durante uma só missa benze‐se 16 vezes, volta‐se para o povo outras 16 vezes, beija o altar 8 vezes, levanta os olhos 11 vezes, 10 bate
no peito, ajoelha‐se outras 10 vezes e junta as mãos 54 vezes. Faz 21 inclinações com a cabeça e 7 vezes com os ombros, inclina‐se 8 vezes e beja a oferta
36 vezes! Põe as mãos sobre o peito 11 vezes e oito vezes olha para o céu, faz 11 rezas em voz baixa e 13 em voz alta, descobre o Cálix e o cobre novamente 5 vezes e muda de lugar 20 vezes!”.

Veja como o desvio da fé se iniciou quando movimentos de cenário começaram a substituir as singelas reuniões de ensino da Palavra. A fé se perdeu quando
o culto era uma programação para entreter as pessoas e não para ensinar as pessoas.

Tudo isso começou a enfraquecer a fé e a vitalidade inicial, aquilo que no Apocalipse é chamado de “primeiro amor” (Apocalipse 2:4). O “primeiro amor” era
a fé cristã como aceitação da graça de Deus.

Devemos notar com cuidado que esta religião especulativa e cheia de cerimônias tomou corpo, muito mais quando sua Sede se estabeleceu em Roma, em
contradição  com  a  Sede  de  Jerusalém.  Sabemos  pela  leitura  atenta  de  Atos,  que  as  Igrejas  de  Cristo,  em  seus  primórdios  tinham  como  organização centralizada a cidade de Jerusalém, é importante notar que o relato de Atos 8:1 explica assim: “e fez‐se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja
que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto  os  apóstolos”. Os apóstolos deveriam permanecer em
Jerusalém, apesar da grande perseguição, pois Jerusalém era a Sede da organização e ali deveria permanecer a liderança. Durante o primeiro século, enquanto os apóstolos estavam ainda vivos a hierarquia da Igreja de Cristo repousava sobre uma liderança tríplice, veja com atenção Gálatas 2:9 – “E
conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas...”. Note‐se com atenção que quem está fazendo este reconhecimento é Paulo,
ele que muito bem poderia querer, dada a sua importância, estabelecer um ministério individual. Mas, pelo contrário notamos que ele se reportou à liderança de Jerusalém para dar o seu relatório e solucionar o problema criado com o ensino da Justificação pela Fé aos gentios (Atos 15 – todo o capítulo).
Sim! No ano 49 d.C., foi preciso que eles se reunissem em Jerusalém para resolver questões que afetavam os cristãos em geral. O relato de Atos nos diz que,
depois duma consideração aberta, “então pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos (Presbíteros), com toda a igreja, eleger homens dentre eles e enviá‐los
com  Paulo  e  Barnabé  a  Antioquia,  a  saber  Judas,  chamado  Barsabás,  e  Silas,  homens  distintos  entre  os  irmãos”.  A  Igreja  aqui  mencionada  é  o reconhecimento que havia uma única Igreja, cuja sede estava em Jerusalém. Nesta reunião notamos também que quem falou foi Pedro (Atos 15:7), que como vimos formava parte da liderança tríplice, assim como também quem falou dando sua opinião foi Tiago (Atos 15:13), um dos outros apóstolos da diretoria geral. Após a resolução, a Bíblia relata que essa resolução deveria ser aceita por todas as igrejas locais que estavam sob a jurisdição de Jerusalém
(Atos 15:23; 16:4). Evidentemente os três apóstolos serviam como órgão diretor para as congregações dispersas das Igrejas de Cristo (Romanos 16:16). Então,
visto que aquela tríplice liderança em Jerusalém era o modelo cristão primitivo para a supervisão geral sobre todos os discípulos. Se a Igreja desejar seguir o padrão e modelo original, ele é indicado com clareza nas páginas do Novo Testamento. A Igreja não pode se perder na busca de outros modelos a não ser aquele que Jesus estabeleceu para sua Igreja. Desde que a Igreja estava em formação, enquanto Jesus ainda estava com seus discípulos já tinha estabelecido
essa hierarquia (Veja com atenção Mateus 17:1; Mateus 26:37 e Marcos 5:37).

Devemos ainda destacar que depois que os perguntaram ao Salvador: “... Dize‐nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” Mateus 24:3. Como resposta a essa pergunta, o primeiro que Jesus lhes disse foi: “Acautelai‐vos que ninguém vos engane” Mateus 24:4 – E a continuação lhes explica que o engano consistiria num engano religioso; assim, o sinal era caracterizado pelo maior engano que o mundo já viu! Portanto, o engano religioso seria o primeiro e mais importante sinal para indicar as cousas que aconteceriam após a morte dos apóstolos. As conseqüências de ser enganados pela falsa religião são muito piores do que ser vítimas da fome, enfermidade ou guerra. A conseqüências são de valor eterno. Jesus advertiu dizendo que seriam enganados “se for possível” até os escolhidos, os próprios eleitos (Mateus 24:24).

De acordo com o Livro de Apocalipse essa falsa religião, o grande engano, teria muita autoridade e uma adoração mundial ou universal (“Deu‐se‐lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; e adorá‐la‐ão todos os que habitam sobre a terra” Apocalipse 13:7‐8).

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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