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30 de junho de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.68 - Epílogo - A Reforma Protestante Foi um Marco na História

História Da Igreja - Teologia 30.68
 
CAPÍTULO 13

EPÍLOGO

A reforma protestante foi um marco na história, dividiu a única instituição que se julgava indivisível, não a igreja de Jesus Cristo mas uma organização
que quase em sua totalidade havia se desviado das Escrituras.

A luta em prol da liberdade de culto não terminou com a reforma, ela apenas tomou forma com ela, muitas mortes haveriam de vir como a da madrugada de 23 para 24 de agosto de 1572, na França, enquanto a cidade festejava o dia de são Bartolomeu, Catarina de Médicis, mãe de Carlos IX rei do
país o persuadiu contra os protestantes que ali se chamavam Huguenotes ordenando aos soldados que entrassem na cidade e matassem todos os que
encontrassem pela frente, suas casas previamente marcadas com uma cruz branca indicaria o local do extermínio de famílias huguenotes, a matança se estendeu por vários dias chegando ao número mínimo de vinte mil protestantes podendo ter chegado aos setenta mil.

Os huguenotes tentaram chegar ao Brasil em 1557, no entanto Villegaignon que viajava com ele os traiu os entregando as autoridades católicas que os prenderam. Quatro deles foram presos, Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon e André la Fon, e condenados à morte.

Para a igreja de nossos dias resta, não só lembranças históricas, mas acima de tudo um exemplo de algo em extinção: convicção daquilo que se tem crido.

Imagine que uma igreja cristã recém inaugurada na cidade de Alexandria, no Egito, no primeiro século da nossa era, escrevesse uma carta aos apóstolos em
Jerusalém. Pense que essa igreja é formada por convertidos judeus que ouviram a mensagem do Evangelho da Graça de Deus em uma visita a Jerusalém e depois voltaram para Alexandria. Agora que voltaram para casa, eles não sabem ao certo o que fazer em seguida. Então, nessa carta aos apóstolos eles colocam uma série de questões sobre a vida da igreja:
Prezados Apóstolos...
Por que é que nos reunimos como povo de Deus? O que faremos nesses encontros?
Quando deveremos nos reunir? No sábado?
É importante o local onde nos reunimos?
Devemos construir um templo como em Jerusalém? Ou, pelo menos, o prédio de uma sinagoga? Qual o tipo de governo da igreja que devemos ter?
Como devem ser os líderes que procuraremos para a igreja? Precisamos mesmo de líderes?

Você imagina a resposta dos Apóstolos? Acreditaria que os Apóstolos de Jerusalém responderam assim: “Vão fazendo de qualquer jeito, inventem qualquer coisa, imitem o mundo para atrair bastante gente”. Você acredita que essa seria a resposta daqueles que ouviram de Jesus orientações sobre a Igreja?

Como você supõe que os Apóstolos, responderiam a carta deles? Teriam eles respondido que a igreja estaria livre para fazer o que quisesse? Que cada igreja deveria apenas orar e seguir a orientação do Espírito Santo? Que cada congregação deveria ser única e diferente, livre de influências externas? Que a igreja poderia ser como um camaleão, mudando segundo as peculiaridades, a moda, os costumes e gostos do lugar onde está?

Ou os apóstolos teriam respondido com instruções específicas, teriam informado a maneira particular de fazer as coisas, com um programa definido e com orientações claras e inequívocas?
Um problema enfrentado pelos crentes por mais de 2.000 anos, diz respeito exatamente sobre o que deve ser feito acerca dos padrões e práticas da Igreja. Devemos seguir os padrões do Novo Testamento?  As práticas da Igreja primitiva são meramente opcionais ou são imperativas para nós? Seriam as tradições
dos Apóstolos apenas histórias interessantes sobre as práticas da Igreja ou seriam as orientações dos Apóstolos uma norma a ser seguida?

Nosso problema é complexo, pois o Novo Testamento fala muito pouco, no sentido de uma determinação direta, sobre assuntos da Igreja. Hoje em dia é
usual ignorar os padrões do Novo Testamento, como sendo eles opcionais. Dois homens versados na Bíblia, professores em Massachusetts, Fee e Stuart, no
livro “How To Read The Bible For All Its Worth”, declaram:

“Nossa pressuposição, assim como de vários outros, é que, a menos que as Escrituras explicitamente nos digam que devemos fazer determinada coisa, o que
está meramente narrado ou descrito nunca deve ser aceito como norma” (pág. 97, primeira edição).


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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