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14 de junho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.106 - O IMPERADOR LUÍS, O PIEDOSO


História Do Cristianismo - Teologia 32.106

O IMPERADOR LUÍS, O PIEDOSO

No Ocidente, onde as trevas eram mais densas, estava-se levando por diante um verdadeiro trabalho por Cristo, devido em grande parte ao zelo cristão do sucessor de Car­los Magno, seu filho, Luís, o piedoso.
Luís era um verdadeiro cristão, porém brando demais para os seus soldados, e piedoso demais para os seus pa­dres. As reformas que ele projetava tiveram por isso a opo­sição tanto dos padres como dos militares e dos eclesiásti­cos. A sua situação por muitas razões não era feliz. Todas as tentativas feitas para purificar a corte se frustraram pe­los maus exemplos e conduta rebelde de seus filhos, dos soldados que viviam de pilhagem, e de violência. Eles não gostavam que o rei os reprimisse nos seus roubos e hábitos de devassidão. Os bispos orgulhosos das suas espadas e es­poras, ressentiram-se com ele por os ter privado destes acessórios guerreiros, e ao mesmo tempo a piedade pessoal do rei bondoso tornava-o alvo do escárnio de toda a gente. Quando seus filhos Pepino, Luís e Lutero se levantaram em rebelião aberta contra ele, o papa, Gregório IV, não deixou de animar este mau ato, indigno de filhos; e o clero, cujo verdadeiro dever teria sido aconselhá-lo e consolá-lo, juntou os seus esforços aos dos outros para o destronarem.
Fizeram-lhe as mais graves acusações, embora falsas, e tendo sido intimado a comparecer perante uma assembléia em Compeigne, foi ali sujeito aos mais dolorosos e humi­lhantes insultos. Foi-lhe colocado nas mãos um papel con­tendo a lista dos seus pretendidos crimes, e tendo-se-lhe exigido uma espécie de confissão, foi obrigado a fazer peni­tência da seguinte maneira: puseram um capacho áspero defronte do altar, no qual o fizeram ajoelhar e desposar-se do seu boldrié,da sua espada e das suas vestes reais, ves­tindo em lugar de tudo isso o hábito de um penitente. Se­guiu-se uma cerimônia religiosa para dar ao ato dos padres uma aparência de santidade, e depois disso foi o monarca aviltado conduzido à prisão na qual estava determinado que acabasse os seus dias. Mas os nobres e o povo desgosta­ram-se com este ato dos padres, e permitiram que o rei fos­se de novo colocado no trono. 0 clamor popular elevou-se de tal maneira que ele foi posto em liberdade e reintegrado nos seus direitos. No ano 840 veio-lhe a morte, e o fim ao seu benigno mas infeliz reinado, e o cansado espírito do piedoso rei encontrou descanso num país muito diferente do que aquele em que teve de governar.

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