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5 de junho de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.86 - O PRIMEIRO BISPO UNIVERSAL

História Do Cristianismo - Teologia 32.86



O PRIMEIRO BISPO UNIVERSAL

Com a supremacia eclesiástica assim estabelecida, co­meçaram os papas subseqüentes a voltarem a sua atenção para o alargamento temporal da Sé papal e a intriga políti­ca começou a ser um elemento familiar dos concílios do Vaticano. Até ali o papa de Roma, embora fosse chamado Bispo Universal e, portanto, o ditador supremo da igreja, estava ainda sujeito ao poder civil, e a vontade arbitrária dos imperadores criava necessariamente muitos obstácu­los aos seus atos. Estavam sujeitos, assim como os mais humildes dos cidadãos, a serem levados perante as cortes civis de Roma, acontecimento que realmente teve lugar no ano 653, quando o papa Martinho não só foi levado perante um tribunal de justiça, mas também encarcerado pela sua culpa, e depois condenado a exílio perpétuo.
Não faltavam argumentos àqueles que patrocinavam os direitos temporais de Roma, contudo ainda não era che­gado o momento oportuno de proclamar a jurisdição tem­poral da Sé de Roma, e ela bem sabia que a primeira coisa a fazer era estender e consolidar o seu império espiritual. Mas isto só podia fazer pelos esforços dos seus filhos mis­sionários; por isso dava todas as facilidades possíveis aos monges e outros para prosseguirem nos seus árduos traba­lhos missionários. Pouco importava à Sé de Roma se o Evangelho estava sendo pregado ou pervertido, ou se as al­mas estavam nascendo de novo para a eternidade ou sendo levadas para o Inferno de olhos vedados, contanto que fos­se reconhecida a sua supremacia, e obedecessem cegamen­te aos seus desejos.
Mais tarde, quando também estivesse estabelecido o seu poder temporal e o Evangelho fosse talvez um elemen­to incômodo para o seu sistema, podia o papa então dar os passos precisos para proibir a sua leitura, mas não agora. Os missionários, uma vez que advogassem os interesses da Sé, podiam pregar o que lhes aprouvesse; o que Roma que­ria somente era prosélitos para estender o seu poder espiri­tual. Por isso não deve causar admiração que a semente do Evangelho fosse profusamente espalhada em alguns sítios mesmo durante este período de trevas, e que a própria Sé de Roma sancionasse os trabalhos dos seus filhos missioná­rios.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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