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9 de agosto de 2013

Antropologia - Teologia 03.39 - O que sugere a teoria da evolução?

Antropologia - Teologia 03.39

5.1.1 O que sugere a teoria da evolução? 


O mundo que nos rodeia revela dois aspectos notáveis. 
Em primeiro lugar, existe uma surpreendente variedade de plantas e animais – centenas de milhares de espécies diferentes, mais organizadas em ordem perfeita, com uma clara divisão em famílias que compartilham certas qualidades. 
Cada espécie existente possui características invariáveis que lhe são próprias. 

Em segundo lugar, existe um certo objetivo na existência do mundo. 
Todos os aspectos de cada criatura, como a sua conduta, estão destinados a um propósito específico, por exemplo, a sobrevivência individual ou a continuação da espécie. 
Assim, as formas com que cada indivíduo interage com outros em sua espécie tem uma razão definida. 
Igualmente existem motivos nas relações entre espécies diferentes e, ainda, entre a vida vegetal ou animal e o seu meio. 
O estudo destas relações é o objetivo da ecologia. 

A teoria da evolução se esforça para explicar estes dois aspectos do nosso mundo – a infinita e organizada variedade de espécies existentes. 

Darwin formulou a teoria da evolução baseando-se em certas descobertas científicas. 
Sua teoria sustenta, em resumo, que “que no princípio houve matéria inerte”. 
Ele acreditava que a conjunção casual de certos produtos químicos deu origem a um composto que, por sua estabilidade e características superiores, adquiriu a capacidade de sobreviver, adaptar-se e reproduzir-se. 
Em outras palavras, esta substância inicial tinha a capacidade de criar outros compostos do mesmo tipo por meio de processos físicos e químicos comuns. 
Isto é o que chamamos de “a primeira célula”.

Por meio de sucessivas reações químicas e mudanças no meio ambiente, o composto adquiriu uma crescente complexidade. 
Através de bilhões de anos, sofreu inumeráveis mutações, adquiriu novas características, até que, finalmente, resultou na estrutura químico-física que conhecemos como “homem”. 
Todas as formas de vida existentes na atualidade são apenas estágios da evolução casual da mesma matéria inerte. 
A infinita variedade de espécies é explicada pela grande quantidade de aliterações ocorridas, casualmente, em diferentes meios circundantes. 
As similaridades entre as espécies devem-se ao fato de que a vida evoluiu a partir dos mesmos produtos químicos. 
Como se produziram exatamente estas mudanças e o que as originou? As explicações para tais perguntas foram diferentes em cada época. 
As teorias de Darwin como foram inicialmente enunciadas foram rapidamente refutadas pelas evidências científicas.



A teoria atualmente em pauta é a denominada “neodarwinismo” e está baseada no conceito das mutações, alterações repentinas e casuais nos códigos genéticos transmitidos a uma nova geração, causadas por um “erro” da natureza. 
Esses erros podem ser evidenciados, por exemplo, no nascimento de cordeiro com duas cabeças, ou de uma criança sem membros, devido a alguma droga administrada à sua mãe. 
Segundo esta teoria, supõe-se que as mutações operam em conjunto com outros dois mecanismos: a sobrevivência do mais apto e a adaptação às mudanças do meio. 
São estes fatores que deram origem ao mundo que conhecemos atualmente através da “seleção natural”.  


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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