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14 de agosto de 2013

Antropologia - Teologia 03.70 - O homem carnal

Antropologia - Teologia 03.70


8.3 O homem carnal

Pelo contexto desta passagem e de outras congêneres, vê-se que o homem carnal é crente e salvo. 
Não obstante, sua vida cristã é mista, dividida e marcada por constantes subidas e descidas.
Ele é um crente que “começa pelo Espírito e termina pela carne” (Gl 3.3). É chamado carnal porque a velha natureza adâmica, herdada da raça humana, nele prevalece; ainda não foi subjugada pelo Espírito Santo (Rm 8.13). 

A natureza humana pecaminosa, existente em todo crente, embora não possa ser mudada, precisa ser mortificada e vencida pelo poder do Espírito Santo (Cl 3.5; Gl 2.19; 6.14; Rm 8.13). Nem todo crente vive uma vida consagrada, nem se acha disposto a vencer plenamente a natureza adâmica. 
Na igreja de Corinto, muitos crentes eram carnais. 
A sua velha natureza estava livre para agir ao invés de “levar cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Co 10.3-5). Isso só há de ser obtido por nossa inteira submissão a Cristo, como nosso Senhor, e pela obra santificadora do Espírito Santo em nosso ser (Rm 6.13; Gl 5.16). 

Conforme está escrito em Rm 6.11, não é o pecado que morre dentro do crente, o crente é que deve morrer para o pecado e viver para Deus. 
Também, conforme Gl 6.14, não basta o mundo estar crucificado para o crente; o crente é que tem de estar crucificado para o mundo. 
Um dos grandes perigos na vida cristã consiste em se descer da cruz. 
Essa é uma mensagem para quem já é discípulo de Cristo (Mt 16.24; Lc 14.27). 

O relacionamento do homem carnal com Deus. 
Ele entristece o Espírito Santo, fazendo o que bem quer. 
O Espírito Santo não pode levá-lo à vida cristã abundante, poderosa e triunfante, porque o tal crente é imaturo e acha-se preso às coisas desta vida e deste mundo. 

A condição do homem carnal diante de Deus. 
Ele está dividido: em parte vive para Deus, e em parte vive para agradar a si mesmo. 
Enquanto o homem espiritual vive no plano superior das “regiões celestiais”, o carnal vive mais na esfera do terreno, porque a sua visão está voltada para o natural. 

Sinais do homem carnal: É espiritualmente infantil; imaturo (1Co 3.1); vive de “leite”, no sentido de rudimentos da doutrina (Hb 5.12,13); é sectário e dado a isso (1Co 3.4); é dominado pela inveja (1Co 3.3); é dado a contendas e considera isso uma virtude e um direito (1Co 3.3). Não se aflige ante os problemas da igreja, como ocorria em Corinto (1Co 5.1-13; 6.13-20); ó carnal, com naturalidade e facilidade, move ação Judicial contra a igreja e os irmãos na fé (1Co 6.1-8); o crente carnal vive uma vida mista, querendo agradar a si mesmo, aos outros, ao mundo e a Deus (1Co 10.20,21).

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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