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18 de setembro de 2013

Eclesiologia - Teologia 25.06 - “Missão”:

Eclesiologia - Teologia 25.06

“Missão”: 

Se  o  reinar  de  Deus  é  importante  para  o  estudo  da  eclesiologia,  a  “missão”  é   essencial para a aplicação do reino. O reinar de Deus implica em deixar que Deus   cumpra a Sua missão entre aqueles que pertencem ao reino. É a aceitação das   responsabilidades  da  missão  que  introduzem  o  indivíduo  ao  reinar  de  Deus.   Existe  um  duplo  enfoque  da  missão  em  seu  relacionamento  com  o  reinar  de   Deus: a missão tem aspecto interior    a aplicação pessoal do ensino e da vida do   reinar de Deus; e o seu aspecto exterior    o levar a mensagem do reinar de Deus   aos demais.  

O aspecto interior da missão da igreja visa a preparar os integrantes para a sua   missão externa. Esta preparação é ativa, como se pode ver no modelo de Jesus,   enviando  os  seus  discípulos  em  mais  de  uma  instância  para  cumprir  com   exigências  da  missão  exterior.  Vale  lembrar  que  os  discípulos  eram  indivíduos   menos   do   que   qualificados,   especialmente   ao   ver   que,   mesmo   depois   da   crucificação  de  Jesus,  relutavam  em  aceitar  que  era  necessário  que  Jesus   morresse. Em pleno processo de discipulado, porém, mesmo com todas as suas
falhas, Jesus os enviou mais de uma vez para levar adiante a sua mensagem do   reinar de Deus. Mesmo o gadareno endemonhinhado é enviado para pregar em   toda a região de Decápolis (uma região de dez cidades) sem capacitação especial.  

Olhando  para  o  lado  exterior  da  missão  da  igreja,  Moody  coloca  que  a  missão   pode  ser  resumida  em  três  aspectos  especiais:  “como  martyria  (testemunho),   diakonia (serviço) e koinonia (comunhão)”. São estas as tarefas que servem de   base para compreender e cumprir a missão da igreja.  

Deve-se  lembrar  de  fazer  distinção  entre  os  termos  “missão”  e  “missões”.  Por   “missão”, trata-se da raison d’etre da igreja, seu propósito no mundo. Missão é   um  termo  de  importância  suprema  para  a  eclesiologia.  Como  fora  observado,   “não é a igreja que tem uma missão, mas é o inverso: a missão de Cristo criou a   igreja. Não é a missão da igreja que se deve entender, mas o inverso”. Mais do   que  deixar  uma  igreja,  Jesus  deixou  uma  tarefa  a  ser  cumprida  por  seus   discípulos.  Esta  missão  gera  estruturas  para  que  ela  possa  ser  levada  adiante.   Sem missão, a igreja não existe.  

A missão é o propósito de efetivar o reinar de Deus dentro dos parâmetros da   história. Mesmo que o conceito de “missões” esteja ligado intimamente à missão
da  igreja,  o  conceito  é  distinto.  Missões  tem  a  ver  com  os  meios  usados  para   levar adiante a missão externa da igreja entre todos os povos. A missão da igreja   inclui  também  aspectos  do  amadurecimento  e  discipulado  do  individuo  e  da   igreja local como um corpo. Mesmo que a tarefa missionária seja de “discipular   as nações”, o conceito “missões” reflete sempre a questão do envio de obreiros.   A missão da igreja, por outro lado, é mais global já que inclui a obra missionária   como um aspecto do propósito eclesiástico. A missão não requer por si a questão   do envio, mas do cumprir com o propósito de discipular.  

Voltando  à  colocação  de  Moody  dos  três  aspectos  da  missão,  a  questão  do   testemunho  rege  o  enfoque  central  da  aplicação.  “O  testemunho  é  a  missão   central da igreja em todas as situações”. Este testemunho inclui o testemunho   referente  à  pessoa  e  obra  de  Cristo,  como  também  os  demais  aspectos  da   aplicação  da  mensagem  de  Cristo  no  âmbito  completo  do  Seu  ministério.  Este   testemunho é logo aplicado em parte através do serviço cristão como também   no  contexto  da  comunhão  cristã.  O  enfoque  triplo  da  missão  é  unificado  em   torno  do  primeiro  aspecto  de  oferecer  testemunho  a  Cristo,  incluindo  nesta   definição todo o processo de discipular o ouvinte.  
A  missão  da  igreja  deve  ser  estudada  a  sério,  pois  é  o  direcionador  para  cada   aspecto  da  vida  eclesiástica.  As  palavras  de  Jesus  registradas  em  Mateus  28  e   Atos 1 requerem que a igreja cumpra com a tarefa de discipular. Esta é a missão:   ser testemunha de Cristo, discipulando todas as nações. O papel de testemunha   no contexto de Atos 1.8 tem a mesma força do conceito de fazer discípulos em   Mateus 28. De fato, são dois relatos das mesmas palavras de Jesus, numa mesma   ocasião. O testemunho e discipulado especificados abrangem todo o ensino de   Jesus em toda expansão étnica e geográfica. A missão da igreja deve reger todo o   esforço, direcionando toda a atividade e estrutura para que ajude a cumprir com   o propósito da igreja.  


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