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7 de março de 2017

Geografia Bíblica - Teologia 25.154 - A Familia Hebraica


 

Geografia Bíblica - Teologia 25.154

I - A FAMÍLIA HEBRAICA

Para os hebreus, a família é de origem divina. E, de fato, o é. Disse o Senhor ao criar os primeiros representan­tes da raça humana: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra" (Gn 2.26-28).
A importância da família para o judeu é indiscutível. É considerada mais importante que o próprio indivíduo. Honoré de Balzac, a propósito, escreveu: "Por isso consi­dero a Família e não o indivíduo o verdadeiro elemento so­cial. Sob esse ponto de vista, arriscando ser olhado como um espírito retrógrado, tomo lugar ao lado de Bossuet e de Bonald, em vez de andar com os inovadores modernos."
Henri Daniel-Rops ressalta o valor da unidade fami­liar em Israel: "Quando o jovem -Jacó foi procurar seu tio Labão em Harã, a fim de encontrar trabalho e uma esposa; Labão, ao reconhecê-lo como membro de sua família, ex­clamou: 'É meu osso e minha carne'. Este símbolo, tão típico do estilo bíblico, era muito usado pelo povo do Li­vro, e correspondia à realidade. A família era em Israel a base vital da sociedade, a pedra fundamental de todo o edifício. Nos primeiros tempos ela formava até mesmo uma entidade separada sob o ponto de vista da Lei, uma parte da tribo; na época de Cristo era talvez mais frágil do que nos dias dos patriarcas, quando o indivíduo não tinha
valor algum em comparação, mas era ainda muitíssimo importante. Os membros da família sentiam-se realmente como sendo da mesma carne e sangue; e ter o mesmo san­gue significava ter a mesma alma. A legislação tomara este princípio como base, desenvolvendo-se a partir dele. A Lei multiplicara, também, suas ordens, a fim de manter a per­manência, a pureza e a autoridade da família. Enquanto os judeus desejassem permanecer fiéis à Lei (e isto era qua­se universal) eles jamais deixariam de admitir o lugar pre­dominante da família na sociedade."
Prossegue Henri Daniel-Rops: "A família não era ape­nas uma entidade social, mas também uma comunidade religiosa, com suas festas particulares, em que o pai era o celebrante enquanto os demais membros participavam. Algumas das importantes cerimônias exigidas na Lei ti­nham um forte caráter familiar - a Páscoa, por exemplo, tinha de ser celebrada em família. O elo religioso familiar era tão vigoroso que nos evangelhos e no livro de Atos ve­mos que os pais que aceitavam os ensinamentos de Cristo levavam com eles a família inteira."

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