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8 de março de 2017

Geografia Bíblica - Teologia 25.155 - Casamento


Geografia Bíblica - Teologia 25.155

1 - Casamento

Os israelitas, no Antigo Testamento, nem sempre al­cançavam o ideal traçado pelo Senhor. A monogamia, por exemplo, não era encarada com seriedade. Haja vista que homens piedosos como Abraão, Jacó e Davi, eram polígamos. O que dizer de Salomão? O mais sábio dos homens ti­nha 700 mulheres e 300 concubinas!
A poligamia, entretanto, não era sinônimo de devassidão. Um hebreu não podia, por exemplo, tomar como espo­sa duas mulheres que fossem irmãs ou mãe e filha. Se tal ocorresse, os infratores seriam apedrejados. A lei proibia, também, que um homem dormisse com duas de suas espo­sas ao mesmo tempo.
Com o exílio babilônico, no entanto, os israelitas foram curados da poligamia, que tantos males e transtornos causara em Israel. No Novo Testamento, não encontramos nenhum caso de poligamia. O Senhor Jesus exaltou, nova­mente, o ideal monogâmico e condenou, com energia, qualquer casamento fora desse padrão.
Em conseqüência da esterilidade de algumas esposas legítimas, a concubinagem era tolerada no período vetero-testamentário. Os ricos, porém, colecionavam concubinas. Salomão, como já dissemos, tinha 300.
Moisés condenou o casamento misto: "Quando o Se­nhor teu Deus te tiver introduzido na terra, a qual vais a possuir, e tiver lançado fora muitas gentes de diante de ti, os heteus, e os girgaseus, e os amorreus, e os cananeus, e os ferezeus, e os heveus, e os jebuseus, sete gentes mais nu­merosas e mais poderosas do que tu; e o Senhor teu Deus as tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas concerto, nem terás piedade de­las; nem te aparentarás com elas: não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomaras suas filhas para teus filhos. Pois fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós, e depressa vos consumiria" (Dt 7.1-4).
Havia ainda entre os hebreus o casamento por levira-to. Quando um homem casado morria sem deixar descen­dência, o seu irmão era obrigado a casar-se com a viúva. E por intermédio dos filhos da nova união, a memória do morto era preservada. Assim prescreve a Lei: "Quando al­guns irmãos morarem juntos, e algum deles morrer, e não tiver filho, então a mulher do defunto não se casará com homem estranho de fora; seu cunhado entrará a ela, e a to­mará por mulher, e fará obrigação de cunhado para com ela. E será que o primogênito que ela der à luz estará em nome de seu irmão defunto; para que o seu nome se não apague em Israel" (Dt 25.5,6).

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