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29 de junho de 2017

História Da Igreja - Teologia 30.52 - A Excomunhão de Lutero

História Da Igreja - Teologia 30.52

CAPÍTULO 8

A EXCOMUNHÃO DE LUTERO

Aquela manhã iria mudar muitas coisas na vida de Lutero, o papa Leão X o intimou a comparecer em Roma, Lutero não se abalou no entanto Frederico o
eleitor da Saxônia não permitiu que ele fosse por temer por sua vida.

O apoio dos nobres foi muito importante para a reforma, como vimos anteriormente estes já estavam cansados de ter que obedecer a Roma sob liderança
do papa, declararam então que o caso seria resolvido na própria Alemanha. As tentativas do papa em persuadir Lutero a se retratar de suas idéias e pregações foram em vão já que mandava constantemente clérigos de Roma para debaterem com ele. Em 1519 é chamado para um debate na cidade de Leipzig contra Eck onde afirmou suas convicções declarando que o papa não possuía a autoridade divina e que suas decisões eram falíveis, isso marcaria o rompimento definitivo de Lutero com a igreja católica . Ao invés de se calar Lutero escreveu três obras de grande importância sendo elas   “Apelo à Nobreza Germânica” (contra a hierarquia romana), “O Cativeiro Babilônico” (contra o sistema sacramental de Roma) e “Sobre a Liberdade do Homem Cristão” (afirmando o Sacerdócio de todos os crentes). Em 1520  revelar‐se como um líder nacional em prol da Alemanha, seu livro “apelo à Nobreza Germânica” desencadeou um espírito nacionalista, causando a emissão da bula papal “Exsurge domini” que o ameaçava de excomunhão, esta declarava
que Lutero e os seguidores de seus ensinos deveriam retratar‐se de suas “heresias”.

A resposta de Lutero foi dada no dia 10 de dezembro de 1520 quando Phillip melanchton convidou todos os estudantes da universidade a assistirem a queima da bula papal em praça pública juntamente com os livros de direitos canônicos da Igreja.

Tudo chegara ao limite, o rompimento de Lutero e a indignação do papa fizeram com que em Janeiro de 1521 Lutero fosse intimado a comparecer em
Worms para ser julgado por um tribunal secular, no entanto o imperador Carlos V não pode permitir devido grande apoio que Lutero recebia dos príncipes
por isso convocou uma assembléia chamada “Dieta de Worms”.

Foi levado a Worms e no dia seguinte uma comitiva formada pelo delegado do papa, seis eleitores do império, vinte e cinco duques, oito margraves, trinta cardeais e bispos, sete embaixadores, os deputados das dez cidade do império e muitos condes, príncipes e barões. Diante dos lideres da igreja, do imperador e do papa foi pressionado retratar‐se  porém respondeu:

“A não ser que alguém me convença pelo testemunho da Escritura Sagrada ou com razões decisivas, não posso retratar‐me. Pois não creio nem na infalibilidade do papa, nem na dos concílios, porque é manifesto que freqüentemente se tem equivocado e contradito. Fui vencido pelos argumentos bíblicos que acabo de citar e minha consciência está presa na Palavra de Deus. Não posso e não quero revogar, porque é perigoso e não é certo agir contra sua própria consciência. Que Deus me ajude. Amém.”
Os debates duraram dois dias. Era noite de 14 de Abril de 1521, e Lutero foi considerado herege e excomungado da igreja. Sua execução só não foi imediata devido a proteção dada pelo príncipe da Saxônia que simulando um seqüestro o escondeu no castelo de Wartburgo, adotando o nome de Cavaleiro Jorge se escondeu o tempo suficiente para traduzir o novo testamento em apenas três meses, dando origem ao alemão como língua nacional.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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