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14 de agosto de 2013

Antropologia - Teologia 03.76 - Teoria Traducionista

Antropologia - Teologia 03.76


9.4 Teoria Traducionista

O termo "traduciano" provém do verbo latino traducere ("levar ou trazer por cima", "transportar", "transferir"). Sustenta que a raça humana foi criada imediatamente em Adão, no que diz respeito à alma como também ao corpo, e que ambos são propagados da parte dele para a geração natural. 
Em outras palavras, Deus outorgou a Adão e Eva os meios pelos quais eles (e todos os seres humanos) teriam descendentes à sua própria imagem, perfazendo, assim, a totalidade da pessoa material e imaterial. 

Essa teoria baseia-se na Bíblia, que parece apresentar este pensamento através de vários de seus textos: Gn 1.28 e 1.22; Gn 2.2 que fala do término da obra criativa de Deus; Gn 2.7 nos fala da origem da alma de Adão, enquanto que os versos 21-23 mencionam a origem da alma de Eva; outros textos são: Gn 46.26; Sl 52.5; Rm 1.3; 1Co 11.8; Hb 7.9,10. 

O Traducionismo se baseia ainda na hereditariedade do pecado de Adão e na hereditariedade de traços mentais, físicos e morais que os filhos têm dos pais.

Na igreja Primitiva Tertuliano, Rufino, Apolinário e Gregório de Nissa eram traducionistas. Desde os dias de Lutero o traducionismo tem sido o conceito geralmente aceito pela Igreja Luterana. 
Entre os reformados (calvinistas), tem apoio de H. B. Smith e Shedd. A. H. Strong também tem preferência por ele.

9.4.1 Pontos a Favoráveis do Traducionismo

(a) Pela descrição bíblica segundo a qual Deus uma única vez soprou nas narinas do homem o fôlego de vida, e depois deixou que o homem reproduzisse a espécie (Gn 1.28; 2:7). 

(b) A criação da alma de Eva estava incluída na de Adão, desde que se diz que ela foi feita "do homem" (1Co 11.8), e nada se diz acerca da criação da sua alma (Gn 2.23).

(c) Deus cessou a obra de criação depois de haver feito o homem (Gn 2.2). 

(d) As Escrituras afirmam que os descendentes estão nos lombos dos seus pais (Gn 46.56; Hb 7.9,10). 

(e) Tem o apoio da analogia da vida vegetal e animal, em que o aumento numérico é assegurado, não por um número continuamente crescente de criações imediatas, diretas, mas pela derivação natural de novos indivíduos de um tronco paterno (Sl 104.30).

(f) A teria procura também apoio na herança de peculiaridades mentais e tipos familiais, tantas vezes tão notórios e notáveis como semelhanças físicas, que não podem ser explicados pela educação ou pelo exemplo, desde que se evidenciam mesmo quando seus pais não vivem para criar seus filhos. 

(g) Oferece maior base para explicação da herança da depravação moral e espiritual, que é assunto da alma, e não do corpo. 
É muito comum combinar o traducionismo com a teoria realista para explicar o pecado original. 

(h) Explica a universalidade do pecado. 
Entre os anjos, alguns caíram e outros não, porque não havia conexão racial, nem transmissão de natureza pecaminosa, de um para o outro. 

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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