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4 de agosto de 2013

Apologética - Teologia 04.18 - A Infalibilidade dos Autógrafos Originais

Apologética - Teologia 04.18


1.12. A Infalibilidade dos Autógrafos Originais 

Precisamos, como próximo passo, levantar a pergunta: que tipo de registro este há de ser? Um contendo erros de vários tipos, ou um registro livre de qualquer erro? Se esta revelação escrita contém erros, então dificilmente poderá cumprir seu próprio propósito, o de transmitir aos homens de maneira digna de confiança, a vontade de Deus para a sua salvação. 
Por que é assim? Porque um erro comprovado numa parte faz surgir à possibilidade de haver erros em outras partes da Bíblia, sob exame, acaba sendo uma mistura de verdade e erro, então fica sendo um livro como qualquer outro. 

Sem dúvida, há verdades em todos os demais documentos religiosos conhecidos aos homens: o Alcorão, os Vedas, os Upanichades, os Analetas, a Ilíada e a Odisséia, muito embora que esta verdade possa coexistir com uma abundância de erros. O que se deve fazer com livros deste tipo, que contêm verdades e erros? A única coisa que se pode fazer é sujeitá-lo à faculdade crítica do raciocínio humano. 
Dentro dos seus limites apropriados, bem entendido, o poder de raciocínio do ser humano tem uma função legítima e necessária em aquilatar as evidências apresentadas nestes documentos, para descobrir se são consistentes com a alegada origem divina. 
Neste caso, é uma questão de reconhecer a identidade daquilo que se apresenta como sendo uma revelação, averiguando se é a palavra de Deus ou não. 
O raciocínio humano é competente, aplicando-se as regras de contradições internas e os demais cânones da lógica, para julgar as evidências, para determinar se os próprios textos e os dados ali registrados se condizem com as reivindicações da sua origem divina. 

Mas é coisa bem diferente quando o raciocínio humano quer emitir seu julgamento sobre a revelação divina como tal, para determinar sua veracidade ou falsidade. 
Tais julgamentos só poderiam ser válidos se quem julga possui um conhecimento de verdade metafísica que é superior aquele da própria revelação. 
Noutras palavras, o homem precisaria saber mais sobre Deus e a alma e valores espirituais se quisesse emitir um Juízo válido quanto às verdades da Bíblia. 
Mas isto obviamente não é o caso, conforme foi indicado previamente, e por isto mesmo, o homem depende totalmente da revelação divina para receber este conhecimento tão importante. 
Por este motivo, a única maneira pela qual esta revelação pode chegar ao homem numa forma que possa ser empregada e merecedora de confiança, sem ter que depender da exatidão do julgamento humano tão falível, seria como revelação infalível.
Senão, não poderia cumprir seu propósito de ser s manifestação, digna de confiança, da verdade divina.


Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
Não perca tempo, Indique esta maravilhosa Leitura
Custo:O Leitor não paga Nada, 
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