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30 de setembro de 2018

História Do Cristianismo - Teologia 32.162 - HONÓRIO III E O REI LUÍS

História Do Cristianismo - Teologia 32.162



HONÓRIO III E O REI LUÍS

No espaço de cinco anos depois deste acontecimento quase todos os principais promotores destas terríveis per­seguições tinham morrido. Inocêncio morreu, e sucedendo-lhe Honório III, homem de menos inteligência, mas igual­mente cruel, que continuou as perseguições. O filho de De Montfort sucedera a seu pai, e cruzou a espada com o jo­vem Raimundo, cujo pai também já tinha morrido. Pela morte do rei da França, Filipe Augusto, sucedera-lhe seu filho Luís, o qual entrou de boa vontade na luta, mas a fa­vor de Roma. Em 1228, Tolosa caiu outra vez nas mãos dos cruzados. Raimundo foi tratado pouco mais ou menos como tinha sido seu pai, com a diferença de que, em vez de entregar sete dos seus castelos ao papa, teve de entregar sete das suas províncias ao rei da França. Deste modo Roma estava realmente prejudicando os seus próprios fins, aumentando o poder de um monarca que podia, de um mo­mento para outro, tornar-se um inimigo terrível e incômo­do.
Um escritor moderno diz o seguinte a respeito das cala­midades de Languedoc: "Para todo homem de fé, para to­dos os que pensam, especialmente para aqueles que estu­dam a história debaixo do ponto de vista das Escrituras, as guerras de Languedoc são as mais sugestivas possíveis. São as primeiras desta espécie que aparecem nos anais da his­tória. Estava reservado a Inocêncio III inaugurar a guerra sobre novo caráter. Tinha havido até ali muitos exempla­res de vários indivíduos serem sacrificados aos preceitos do clero, tal como Arnaldo de Brescia etc, mas esta foi a pri­meira grande experiência que a igreja fez para conservar a sua supremacia pela força de armas".
É preciso notar, porém, que não foi o exército da igreja avançando com um zelo santo contra os pagãos, os maometanos, os que negavam a Cristo, mas sim a própria igre­ja professa em armas contra os verdadeiros adeptos de Cristo; contra aqueles que reconheciam a sua divindade e a autoridade da Palavra de Deus. E perguntamos nós:
Qual era o crime dos albigenses? A sua principal ofensa era negarem a supremacia do papa, a autoridade do clero, e os sete sacramentos como eram ensinados pela igreja de Ro­ma; e, aos olhos da igreja, não podia haver maiores crimi­nosos em toda a face da terra; portanto uma exterminação absoluta era o decreto invariável. Falta-nos agora relatar que, segundo nos parece, durante os primeiros cinqüenta anos daquele século, nada menos de um milhão de albigen­ses perderam a vida.

Que o Santo Espirito do Senhor, ilumine o nosso entendimento
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